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27 de junho de 2014
3 de maio de 2014
há amores e há amores maiores. que se colam à pele e ao movimento. que permanecem para lá das rotinas e dos afazeres. amores que se cruzam num caminho e que, deliberadamente, escolhemos para a vida. conscientes de que seremos melhores numa soma. há amores que nos deixam tranquilos porque sabem o seu lugar. ficam. e ficam. sabendo que é um privilégio a sua existência. cheers*
3 de agosto de 2013
love is a place
love is a place
& through this place of
love move
(with brightness of peace)
all places
yes is a world
& in this world of
yes live
(skilfully curled)
all worlds
| e.e.cummings |
26 de janeiro de 2013
20 de março de 2012
Spring is like a perhaps hand
(which comes carefully
out of Nowhere)arranging
a window,into which people look(while
people stare
arranging and changing placing
carefully there a strange
thing and a known thing here)and
changing everything carefully
spring is like a perhaps
Hand in a window
(carefully to
and fro moving New and
Old things,while
people stare carefully
moving a perhaps
fraction of flower here placing
an inch of air there)and
without breaking anything.
| e.e.cummings |
11 de setembro de 2011
supondo que sonhei isto)
imagina só, quando o dia estremece
tu és uma casa em torno da qual
eu sou um vento-
as tuas paredes não se aperceberão de como
estranhamente a minha vida é curva
já que o melhor que se pode fazer
é espreitar pelas janelas, inobservado
-ouve, pois (acima de todas
as coisas)o sonho não se deixa enganar;
se este vento que eu sou ronda
cuidadosamente em torno desta casa que és tu
o amor sendo assim, ou assim,
as habituais esquinas do teu coração
nunca adivinharão o quanto
o meu maravilhoso ciúme é negro
se a luz florir:
ou o riso cintilar na
casa fechada (em torno e em torno
da qual um pobre vento vai vaguear
| e.e. cummings |
26 de março de 2011
sussurrante
nalgum lugar em que eu nunca estive, alegremente além
de qualquer experiência, teus olhos têm o seu silêncio:
no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram,
ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto
teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
embora eu tenha me fechado como dedos, nalgum lugar
me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre
(tocando subtilmente, misteriosamente) a sua primeira rosa
ou se quiseres me ver fechado, eu e
minha vida nos fecharemos belamente, de repente,
assim como o coração desta flor imagina
a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;
nada que eu possa perceber neste universo iguala
o poder de tua imensa fragilidade:cuja textura
compele-me com a cor de seus continentes,
restituindo a morte e o sempre cada vez que respira
(não sei dizer o que há em ti que fecha
e abre; só uma parte de mim compreende que a
voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas)
ninguém, nem mesmo a chuva,tem mãos tão pequenas
| e.e.cummings |
13 de setembro de 2010
eu transporto o teu coração comigo
(transporto-o no meu coração)
nunca estou sem ele
(para qualquer lado que vá,querida;
e tudo o que faço apenas através de mim
és tu quem o está fazendo, minha querida)
não temo o destino(pois tu és o meu destino, meu doce)
dispenso o mundo(porque linda tu és o meu mundo, a minha verdade)
e és tu tudo aquilo que uma lua alguma vez significou
e qualquer coisa que um sol cante perenemente és tu
eis o segredo mais profundo que ninguém conhece
(aqui está a raiz da raiz e o botão da flor do botão da flor
e o céu do céu de uma árvore chamada vida;
que cresce mais alto do que a alma pode aspirar ou a mente esconder)
e esta é a maravilha que mantém as estrelas separadas
eu transporto o teu coração(eu transporto-o no meu coração)
| e. e. cummings traduzido por Angel |
Obrigada*
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