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6 de junho de 2013

nenhuma palavra tem peso suficiente para te tornar leve. ainda assim, pressiono os caracteres na esperança de que encontres algum conforto. há momentos que se prolongam no infinito e teimam ficar colados à pele. pós de ponto final que tentas sacudir (eu não conto a ninguém que precisas de continuar a transportá-los na tua bagagem). queres arranjar força e dispersar pensamentos. anseias por pousar a cabeça na almofada sem sentir. apenas preciso que não esqueças quem tu és por inteiro. desejo que uma manhã te acorde com a certeza de que há murmúrios de bom dia à tua espera.