12 de maio de 2014
11 de maio de 2014
4 de maio de 2014
3 de maio de 2014
há amores e há amores maiores. que se colam à pele e ao movimento. que permanecem para lá das rotinas e dos afazeres. amores que se cruzam num caminho e que, deliberadamente, escolhemos para a vida. conscientes de que seremos melhores numa soma. há amores que nos deixam tranquilos porque sabem o seu lugar. ficam. e ficam. sabendo que é um privilégio a sua existência. cheers*
27 de abril de 2014
20 de abril de 2014
11 de abril de 2014
9 de abril de 2014
5 de abril de 2014
29 de março de 2014
Quando aqui não estás o que nos rodeou põe-se a morrer
Quando aqui não estás
o que nos rodeou põe-se a morrer
a janela que abre para o mar
continua fechada só nos sonhos
me ergo
abro-a
deixo a frescura e a força da manhã
escorrem pelos dedos prisioneiros
da tristeza
acordo
para a cegante claridade das ondas
um rosto desenvolve-se nítido
além
rasando o sal da imensa ausência
uma voz
quero morrer
com uma overdose de beleza
e num sussurro o corpo apaziguado
perscruta esse coração
esse
solitário caçador
| Al Berto |
27 de março de 2014
25 de março de 2014
neruda
I let go my words
To make room for your temper traps
The air dances to the farthest melody
As we live only though our transparent skin
We travel far
To try to understand
That no one can ever break this,
No one will ever break this promised land
I let go my voice
It's fragility will only make me strong
Your heart dances at a speed I'll never know
Your heart dances leaving mine out of control
We travel far
To try to understand
That no one can ever break this,
No one will ever break this promised land
We travel far
To try to understand
That no one can ever break this,
No one will ever break this promised land
| Neruda, Russian Red |
21 de março de 2014
poesia
Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo
Mal de te amar neste lugar de imperfeição
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa.
Que nenhuma estrela queime o teu perfil
Que nenhum deus se lembre do teu nome
Que nem o vento passe onde tu passas.
Para ti eu criarei um dia puro
Livre como o vento e repetido
Como o florir das ondas ordenadas.
| Sophia de Mello Breyner Andresen, in “Obra Poética” |
Fotografia: Henry Cartier-Bresson
Mal de te amar neste lugar de imperfeição
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa.
Que nenhuma estrela queime o teu perfil
Que nenhum deus se lembre do teu nome
Que nem o vento passe onde tu passas.
Para ti eu criarei um dia puro
Livre como o vento e repetido
Como o florir das ondas ordenadas.
| Sophia de Mello Breyner Andresen, in “Obra Poética” |
Fotografia: Henry Cartier-Bresson
20 de março de 2014
eternal sunshine of the spotless mind
(...) How happy is the blameless vestal's lot!
The world forgetting, by the world forgot.
Eternal sunshine of the spotless mind!
Each pray'r accepted, and each wish resign'd;
Labour and rest, that equal periods keep;
"Obedient slumbers that can wake and weep;"
Desires compos'd, affections ever ev'n,
Tears that delight, and sighs that waft to Heav'n.
Grace shines around her with serenest beams,
And whisp'ring angels prompt her golden dreams.
For her th' unfading rose of Eden blooms,
And wings of seraphs shed divine perfumes,
For her the Spouse prepares the bridal ring,
For her white virgins hymeneals sing,
To sounds of heav'nly harps she dies away,
And melts in visions of eternal day. (...)
The world forgetting, by the world forgot.
Eternal sunshine of the spotless mind!
Each pray'r accepted, and each wish resign'd;
Labour and rest, that equal periods keep;
"Obedient slumbers that can wake and weep;"
Desires compos'd, affections ever ev'n,
Tears that delight, and sighs that waft to Heav'n.
Grace shines around her with serenest beams,
And whisp'ring angels prompt her golden dreams.
For her th' unfading rose of Eden blooms,
And wings of seraphs shed divine perfumes,
For her the Spouse prepares the bridal ring,
For her white virgins hymeneals sing,
To sounds of heav'nly harps she dies away,
And melts in visions of eternal day. (...)
| Eloisa to Abelard, by Alexander Pope |
15 de março de 2014
- Hey listen, gimme a kiss.
- Really?
- Yeah, why not, because we're just gonna go home later, right, and then there's gonna be all that tension, we've never kissed before and I'll never know when to make the right move or anything. So we'll kiss now and get it over with, and then we'll go eat. We'll digest our food better.
(Woody Allen e Diane Keaton, Annie Hall, 1977)
12 de março de 2014
11 de março de 2014
blackbird's song
Take your things, leave somehow.
Blackbird song is over now.
River runs, hands are tied.
Preacher's son,
pack your things, leave somehow.
Desperate song is over now.
Don't be scared
I'm still here.
No more time for crying tears.
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