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28 de setembro de 2011

Estilhaçando sonhos bolhas róseas

a armadura dos murmúrios

os presentes das nossas gargantas que não chegaremos a abrir

obliterando tudo isso

eu pergunto

se a noite tem ao fundo

para lá da palavra fim

um fogo perene

uma chama inflexível

onde o nosso sorriso possa acontecer

síncrono
 
| Angel |