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26 de agosto de 2011

moras nas minhas pálpebras e eu não sei o que te vestir. o teu corpo tem formas diferentes: regressaste ao que eras para mim. a pele esticada, os olhos cintilantes, o andar decidido que se reflecte nos gestos e que segreda a ânsia da vida. sorris para os que passam e esqueces-te de ti. chamo o teu nome mas continuas o teu caminho, como se não o conhecesses ou como se procurasses um destino melhor. desapareces de tempos a tempos, mas sei que te encontro sempre nas minhas pálpebras.